"Quantos somos? Não sei. Somos um, talvez dois, três, talvez quatro; cinco, talvez nada. Talvez a multiplicação de cinco em cinco mil e cujos restos encheriam doze terras. Quantos? Não sei. Só sei que somos muitos – o desespero da dízima infinita – e que somos belos deuses, mas somos trágicos."
sábado, 2 de outubro de 2010
Comentando
Três textos dos antigos, que nem me lembrava mais que existiam. Dá realmente trabalho pensar em como me expressar nestes dias cinzas. Acho que deve ser porque eu sou apaixonado por cinza. Até a próxima.
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