Lágrimas e sangue
Bruno Costa
Hoje dói o meu coração abandonado
Que por ti cantou muitas, inúmeras vezes
Hoje choram os meus olhos transtornados
Daquele que lhe amou mais de cem vezes
São lágrimas marcadas por pura volúpia
Um desejo maligno que é vivo ao luar
É gesto de um bom ladrão que surrupia
É meu sofrimento que vai de mar em mar
Meu sangue derramado em cada verso
Só sou poeta por lhe amar para sempre
Pois com ele eu posso passar, atravesso
O deserto, sua ausência, e sigo em frente
Mesmo no caminho pedregoso, indigesto
E por isso eu posso amar-te eternamente.
Bruno Costa
Hoje dói o meu coração abandonado
Que por ti cantou muitas, inúmeras vezes
Hoje choram os meus olhos transtornados
Daquele que lhe amou mais de cem vezes
São lágrimas marcadas por pura volúpia
Um desejo maligno que é vivo ao luar
É gesto de um bom ladrão que surrupia
É meu sofrimento que vai de mar em mar
Meu sangue derramado em cada verso
Só sou poeta por lhe amar para sempre
Pois com ele eu posso passar, atravesso
O deserto, sua ausência, e sigo em frente
Mesmo no caminho pedregoso, indigesto
E por isso eu posso amar-te eternamente.