"Quantos somos? Não sei. Somos um, talvez dois, três, talvez quatro; cinco, talvez nada. Talvez a multiplicação de cinco em cinco mil e cujos restos encheriam doze terras. Quantos? Não sei. Só sei que somos muitos – o desespero da dízima infinita – e que somos belos deuses, mas somos trágicos."
sábado, 1 de maio de 2010
Mãos dadas
Mãos dadas
Bruno Costa
No dia que te vi o meu mundo mudou
Foi uma chave para uma nova emoção
Algo bem diferente do que fui e que sou
Era um amor que batia em meu coração
Num belo dia ao meu lado você estava
Olhando em tua face quando tentei ver
Perdido, pensamentos eu divagava
Meu coração clamava, desejava te ter
Para mim foi um abismo que ultrapassei
Sorriso singelo, gesto comum e qualquer
Tua mão toquei, entre as minhas segurei
E como teu amigo, espero o que der e vier
Com teu beijo eu sonho e hoje nele pensei:
Não deixarei de amar um momento sequer.
Bruno Costa
No dia que te vi o meu mundo mudou
Foi uma chave para uma nova emoção
Algo bem diferente do que fui e que sou
Era um amor que batia em meu coração
Num belo dia ao meu lado você estava
Olhando em tua face quando tentei ver
Perdido, pensamentos eu divagava
Meu coração clamava, desejava te ter
Para mim foi um abismo que ultrapassei
Sorriso singelo, gesto comum e qualquer
Tua mão toquei, entre as minhas segurei
E como teu amigo, espero o que der e vier
Com teu beijo eu sonho e hoje nele pensei:
Não deixarei de amar um momento sequer.
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