"Quantos somos? Não sei. Somos um, talvez dois, três, talvez quatro; cinco, talvez nada. Talvez a multiplicação de cinco em cinco mil e cujos restos encheriam doze terras. Quantos? Não sei. Só sei que somos muitos – o desespero da dízima infinita – e que somos belos deuses, mas somos trágicos."
sábado, 1 de maio de 2010
Reabertura
Reabertura. Os assuntos extraordinários estão oficialmente encerrados.
Meldels como demorou pra gente poder escrever aqui
ResponderExcluiruhul!!!
ResponderExcluirBate-Papo!
siiiim!
ResponderExcluirOdeio ter q validar comentario
ResponderExcluirPor uma breve fração de segundo, ao ver a foto do Bruno, aos 15 anos, tive uma vontade súbita de apertar as bochechas fazendo guti-guti.
ResponderExcluirMas já passou.
Te mandei um e-mail bafo, você já viu?
ResponderExcluirvivi, meldels que sonho! Bruninho bebê na foto!
ResponderExcluirEra ele antes de tentar ser o Guidorizzi
ResponderExcluirsabe o q falta aqui? Ele postar o hino da civil em vez desses poemas
ResponderExcluirSobre o bafo: olha, eu não dispensava, mas não era a minha primeira opção. Mágoa, mas fato.
ResponderExcluirPodia ter uma seção especial aqui no blog com todos os clássicos da música brasileira que a gente compõe na torcida dos jogos.