Domínio
Bruno Costa
O chicote vibra e atinge a carne quente
O grito de prazer mistura-se a dor inerte
O gemido pede: pare continuamente!
A Dona bate, o escravo pede que aperte
E ambos se extasiam com o momento
Um no desejo realizado de sua dominação
O outro no domínio animal de seu coração
E ambos no frio soar do chicote ao vento
E o suor corre, o corpo arde e implora
É o prazer da carne, o ópio da mente
É o calor de um corpo que agora aflora
Em meio o mais puro desejo intermitente
Levanta, segura a dona, é minha vez agora
Ambos repetem o seu prazer inversamente.
Bruno Costa
O chicote vibra e atinge a carne quente
O grito de prazer mistura-se a dor inerte
O gemido pede: pare continuamente!
A Dona bate, o escravo pede que aperte
E ambos se extasiam com o momento
Um no desejo realizado de sua dominação
O outro no domínio animal de seu coração
E ambos no frio soar do chicote ao vento
E o suor corre, o corpo arde e implora
É o prazer da carne, o ópio da mente
É o calor de um corpo que agora aflora
Em meio o mais puro desejo intermitente
Levanta, segura a dona, é minha vez agora
Ambos repetem o seu prazer inversamente.
Geeeeeeente
ResponderExcluirgosto muito desse
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