quinta-feira, 10 de dezembro de 2009

Viver menino, morrer poeta


Viver menino, morrer poeta
Bruno Costa

Vivo porque esse gigante mundo gira
Canto porque a minha alegria é grande
Sorrio porque sua presença me inspira
Sonho porque te quero a todo instante

Perco-me em suas palavras e quero fugaz
A cada dia um momento, uma concretude
E mesmo o grande mal da rotina é incapaz
De retirar do meu amor por ti a virtude

Vivo a escrever e a poetizar teus olhos
Sonho os meus desejos, juvenis confrontos
Escrevo meus sonetos de pequeno poeta

E faço tal coisa por entre poucos espólios
E na guerra da paixão em mim eu encontro
O que é o viver menino e o morrer poeta.

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